Ministro da Segurança Pública defende restrição de visitas a presos

Para coibir facções e o crime organizado, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta quarta-feira (25) ser favorável à restrição de visitas a presos envolvidos com facções. “As grandes lideranças estão presas. [Uma solução] é impedir que elas se comuniquem e continuem comandando o crime na rua”, disse.

O ministro participou de um painel sobre segurança pública promovido pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e pela Unibes Cultural em São Paulo.
Para Jungmann, é preciso acabar com “qualquer tipo de visita que não seja em parlatório”, onde as conversas podem ser monitoradas. Isso incluiria visitas de amigos e familiares.
Já existe um projeto de lei nesse sentido e que conta com a aprovação do ministro. “O governo apoia, nós apoiamos. Não pode haver contato de chefe de facção que não tenha registro e que não fique à disposição da Justiça”, defendeu.
O ministro também criticou a extensão da defesa de alguns presidiários ligados ao crime organizado. “O Nem, o Fernandinho Beira-Mar, o Marcinho VP tem 37 advogados. Você acha que alguém precisa ter 37 advogados?”
Jungmann afirmou que “facções estão aí, provocando violência de toda ordem. E ele [líder de facção] continua lá dentro comandando o crime. A gente tem que evitar isso”.

Fonte: UOL

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