Pesquisas para Federal indicam uma eleição sem ‘renovação’

Pesquisas feitas em SP, RJ e MG para verificar as intenções de voto em deputados federais, constatam que a velha política tende a continuar dominando o país.

A indefinição em relação ao voto para deputado federal ainda é gigantesca, apesar de faltarem apenas duas semanas para as eleições. Assim como faz com sua escolha para o Senado, o eleitor costuma se decidir apenas nos dias que antecedem ao pleito. Feitas as ressalvas, no entanto, já é possível saber quem serão os campeões de votos para deputado federal dos três principais estados.

O Ibope está pesquisando em todo o país os nomes mais citados até o momento para ocupar a Câmara. São menções espontâneas. Até agora, pelo menos, não se deve ter muita esperança de renovação. Aos nomes:

No Rio de Janeiro, pela ordem, aparecem Marcelo Freixo (PSOL), Alessandro Molon (PSB), Jandira Feghali (PCdoB), Wagner Montes (PRB) e Leonardo Picciani (PMDB).

Dos cinco, três já concorrem à reeleição. E dois — Freixo e Montes — são deputados estaduais. Chama atenção a força da esquerda, com os três mais citados; e Picciani, que surge entre os cinco primeiros, mesmo com o pai e o irmão tendo sido presos pela Lava-Jato.

Em São Paulo, os três deputados campeões de votos em 2014 estão agora entre os cinco mais mencionados pelo eleitor paulista: Tiririca, Celso Russomanno e Pastor Marco Feliciano.

Eduardo Bolsonaro, que em 2014 foi o 61º mais votado no estado, é hoje o terceiro mais citado. Entre os cinco mais, apenas um sem mandato: Kim Kataguiri (DEM), o comandante em chefe do barulhento MBL.

Aécio Neves, que refugou a tentativa de reeleição ao Senado para tentar renascer das cinzas na Câmara, pode ser o campeão de votos em Minas Gerais. É o mais citado pelo eleitor mineiro, seguido por Fábio Ramalho (MDB).

Em terceiro, Paulo Guedes. Calma, não é o Posto Ipiranga. Mas o deputado estadual petista bom de voto: foi o mais votado para a Assembleia em 2014. Na quarta e quinta posições, André Janones, que foi uma espécie de porta-voz dos caminhoneiros na greve de maio (mesmo nunca tendo dirigido um caminhão), e Diego Andrade, candidato à reeleição.

Fonte: G1 – Apoio: Canário Caliari
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