Venezuela espalha a fome

A desnutrição torna a crescer no Brasil e nos países vizinhos, provocando um desastre humanitário. Na América Latina e no Caribe falta comida para 47 milhões de pessoas


A culpa é da desigualdade. A falta de acesso a alimentos fez com que pelo terceiro ano seguido a fome e a desnutrição crescessem no Brasil, em países da América Latina e no Caribe, aponta o mais recente relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado em Santiago do Chile, na quarta-feira 7. De acordo com o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional, elaborado com auxílio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Programa Mundial de Alimentos (WFP), 6% da população regional passa fome, perfazendo 39,3 milhões de pessoas. Se acrescidos os desnutridos, os que não conseguem obter três refeições adequadas ao dia, esse número sobre 47,1 milhões (7,9%). Um crescimento de 5 milhões em relação ao período entre 2014 e 2016. Parece pouco, quando comparado com a África, onde a fome atinge 250 milhões de pessoas (21%). Mas há razões para preocupação, já que a região é uma importante produtora de commodities alimentícias. De acordo com Julio Berdegué, diretor da FAO, as causas merecem estudos aprofundados: “Não há razões técnicas, nem materiais”.


A culpa é da desigualdade. A falta de acesso a alimentos fez com que pelo terceiro ano seguido a fome e a desnutrição crescessem no Brasil, em países da América Latina e no Caribe, aponta o mais recente relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado em Santiago do Chile, na quarta-feira 7. De acordo com o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional, elaborado com auxílio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Programa Mundial de Alimentos (WFP), 6% da população regional passa fome, perfazendo 39,3 milhões de pessoas. Se acrescidos os desnutridos, os que não conseguem obter três refeições adequadas ao dia, esse número sobre 47,1 milhões (7,9%). Um crescimento de 5 milhões em relação ao período entre 2014 e 2016. Parece pouco, quando comparado com a África, onde a fome atinge 250 milhões de pessoas (21%). Mas há razões para preocupação, já que a região é uma importante produtora de commodities alimentícias. De acordo com Julio Berdegué, diretor da FAO, as causas merecem estudos aprofundados: “Não há razões técnicas, nem materiais”.

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