Efeito Bolsonaro: BNDES eleva rigor sobre diretores

Enquanto tramita no Congresso projeto que quer permitir a volta de indicações políticas nas estatais, o BNDES endurece o processo de verificação da integridade de assessores externos e membros de órgãos do banco e de suas subsidiárias.

É o chamado background check (checagem de antecedentes).

A nova regra entra em vigor no momento em que o BNDES se prepara para receber novas equipes, com a troca do presidente Dyogo Oliveira por Joaquim Levy no governo Jair Bolsonaro.

Além de assessores externos, a norma vale para cargos de presidente, diretor e membros dos conselhos de administração e fiscal e de comitês.

Nas últimas semanas, desde que a prática começou a ser adotada, cerca de 25 pessoas já passaram pelo processo. A expectativa é que o número dê um salto com a transição.

Além da análise dos requisitos técnicos para a vaga e do currículo do indicado, serão monitoradas notícias sobre ele, a fim de verificar se há risco à imagem do banco. O surgimento de notícias negativas mesmo após a contratação pode levar a nova avaliação.

O banco também vai vasculhar informações como eventuais participações acionárias detidas pelo profissional, ações judiciais na quais ele esteja envolvido e sanções já aplicadas por órgãos de controle.

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