EUA aumentam pressão sobre Cuba em cerco a Maduro

Os Estados Unidos intensificaram nesta semana a pressão sobre Cuba, seu arqui-inimigo há 60 anos, com uma decisão ligada às propriedades confiscadas pela Revolução de Fidel Castro, que faz parte, segundo especialistas, da investida do governo de Donald Trump contra o atual governo da Venezuela.

De fato, a ação parece mirar mais longe, contra la “troica da tirania”, como Washington chama o socialismo de Cuba, Nicarágua e Venezuela.

“É provável que isto seja parte de uma estratégia geral de atacar os três países simultaneamente”, disse à AFP Fernando Cutz, ex-assessor de assuntos latino-americanos em temas de segurança nacional para a Casa Branca.

Trump anunciou há duas semanas em Miami com toda pompa que “os dias do socialismo e o comunismo estão contados” nestes três países, todos governados por discípulos de Castro.

Na segunda-feira, após reiteradas ameaças de invadir Venezuela para forçar a saída do presidente Nicolás Maduro, o Departamento de Estado anunciou que em 30 dias habilitará uma cláusula que permitirá aos cubano-americanos cujos bens foram nacionalizados após a revolução de 1959 apresentar demandas contra as empresas que hoje se beneficiam dessas propriedades.

Com essa ação, o governo dos EUA atende a um pedido de mais de 20 anos dos exilados cubanos.

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