Polícia prende braço direito do ex-governador da Paraíba, aliado do PT

A secretária de Administração do Governo da Paraíba, Livânia Farias, foi presa no último sábado (16) em desdobramento da Operação Calvário.

A Operação Calvário mira suposto esquemas de fraudes que envolve R$ 1,1 bilhão em contratos da Saúde do governo da Paraíba.

De acordo com as investigações, a Cruz Vermelha, que administra o hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, teria firmado contratos superfaturados para viabilizar desvios de verbas recebidas pelo Estado.

Segundo o jornalista Fausto Macedo, um ex-assessor do governo da Paraíba afirmou, em depoimento, ter recebido R$ 900 mil em propinas da Cruz Vermelha em nome da secretária de Administração, Livânia Farias.

Segundo o ex-funcionário, homem de confiança da chefe da pasta, ela ainda teria comprado uma casa de R$ 400 milno interior do Estado com o dinheiro.

Livânia foi detida ao desembarcar no Aeroporto Castro Pinto, na Grande João Pessoa, por agentes do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba.

Em nota emitida ao novo governador da Paraíba, João Azevêdo, Livânia pediu exoneração do cargo.

Azevêdo é o sucessor de Ricardo Coutinho (PSB) no cargo de governador da Paraíba. Foi durante as duas gestões de Coutinho (2010-2018) que o esquema bilionário de desvio de recursos da saúde aconteceu.

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