Ministro da educação está sem rumo

Ministro Ricardo Vélez toma decisões estapafúrdias, dá demonstrações frequentes de ineficiência e não consegue formar um grupo técnico para implantar uma nova política educacional no País
Parece que o lema do governo é bagunçar para deseducar. Poucas vezes se viu um Ministério da Educação (MEC) tão caótico, perdido e sem planos, atirando para todos os lados e não acertando em nada.

O ministro Ricardo Vélez Rodrigues dá a impressão de andar nas nuvens e não querer que o governo comece a funcionar. Em três meses no cargo ainda não conseguiu constituir uma equipe técnica e nem fazer um esboço de um plano de ação. Seus primeiros passos parecem indicar uma intenção mais destrutiva do que construtiva.

Avanços e recuos incompreensíveis, divergências ideológicas, vontades autoritárias e falta de comunicação dão o tom de sua claudicante gestão. E enquanto o MEC enfrenta uma paralisia, o País continua a acumular péssimos índices na educação básica, com um número alarmante de alunos sem aprender português e matemática.

Com um governo inoperante, a tendência é a situação piorar, comprometendo o futuro do ensino. Para a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Conseg), Cecília Motta, não existe, hoje, um comando no MEC e nem uma política de governo para a educação.

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