“E o codinome dele é ‘amigo do amigo’, ele é um ‘camarada’…”

Caro leitor,

Os repórteres Rodrigo Rangel e Mateus Coutinho tiverem acesso exclusivo a uma informação que chegou às mãos da Lava Jato.

Marcelo Odebrecht revelou a investigadores o codinome que usava para se referir ao ministro José Dias Toffoli, presidente do STF, na empreiteira.

A reportagem apresenta documentos:

E detalha o contexto em que o nome do presidente do STF foi citado.

Revela também o que autoridades podem, em tese, fazer a partir da informação.

Seja lá o que as autoridades decidirem, acreditamos que você tem o direito de ter acesso a esse tipo de informação.

Ela envolve uma alta autoridade da República.

É informação desse quilate que os leitores da Crusoé recebem todos os dias quando abrem o site pela manhã.

E também às sextas-feiras, quando é publicada a Edição da Semana da Crusoé, com reportagens de fôlego que trazem revelações sobre o poder e os poderosos.

É preciso um jornalismo independente para fiscalizar os poderosos e impedir que eles façam o que bem entendem com o dinheiro do imposto que você paga.

A Revista Crusoé está pronta para denunciar o que for preciso, sempre em benefício de seus leitores.

Como a reportagem que revelou que uma das linhas de investigação da Polícia Federal sobre o atentado a Jair Bolsonaro apontava para o Primeiro Comando da Capital, a maior facção criminosa do país. Advogados que defenderam Adélio Bispo de Oliveira, o autor da facada em Bolsonaro, ficaram sob a lupa das autoridades.

A Crusoé também jogou luz sobre a vida luxuosa dos filhos de Lula. Os negócios da prole do presidente preso por corrupção e lavagem de dinheiro foram tema de uma extensa reportagem logo na edição de estreia da revista.

E mais:

  • Na edição do dia 1º de junho de 2018, revelamos que o então presidente da Petrobras, Pedro Parente, mantinha sociedade com empresas que tinham negócios com a estatal.
  • Já na edição de 18 de maio de 2018, revelamos que a PF reunira indícios de que a petista Gleisi Hoffmann havia recebido R$ 5,3 milhões em recursos ilegais.
  • No início de 2019, revelamos um plano de Cuba para ajudar Dilma a se reeleger em 2014. O plano teve a participação ativa dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos, que atuavam como cabos eleitorais da petista.

Fatos não faltam…

E é preciso fiscalizar, porque…

É a segurança, a saúde e a educação da sua família que estão em jogo.

Você quer que esses políticos sejam fiscalizados?

Você quer saber o que é feito às escondidas?

Você quer fiscalizar a reforma da Previdência?

Você quer que os governantes trabalhem pelo bem de sua família?

A melhor forma de brigar por tudo isso é acompanhar diariamente um jornalismo independente e sem rabo preso com políticos e governos.

Chega de ser enganado por políticos “espertos”.

Basta de meias verdades.

Chega de histórias mal contadas sobre ações que na verdade prejudicam a sua vida e a de outras milhões de pessoas.

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